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Monthly Archives: julho 2008

Pois é, minha reflexão de hoje baseada no Vedas é:

Quando nos rendemos ao que existe em nós de espiritual, recebemos tudo aquilo que nos faltava e preservamos também aquilo que já tínhamos de bom. A luz se faz, fiat lux, e a escuridão se dissipa.

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Haja O Que Houver

Madredeus

Composição: Pedro Ayres Magalhães

1997

Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti

Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor…

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti…

Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti…

Fala
João Ricardo
1971
Eu não sei dizer
Nada por dizer
Então eu escuto
Se você disser
Tudo o que quiser
Então eu escuto
Fala
lá, lá, lá, lá, lá, lá. lá, lá, lá
Fala
Se eu não entender
Não vou responder
Então eu escuto
Eu só vou falar
Na hora de falar
Então eu escuto
Fala
lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Fala

Em mais uma aula sobre os Vedas recebi um conhecimento extraordinariamente simples e genuíno que refere-se ao fato de para onde estamos direcionando nossos pensamentos. Onde estão nossos pensamentos estamos nós, a qualidade dos nossos pensamentos faz a qualidade da nossa vida. A auto-disciplina é um gesto de amor-próprio que nos dá a gerência sobre nossos pensamentos. Temos o arbítrio de pensarmos elevado ou de pensarmos numa vibração baixa, estamos sós com nossos pensamentos e esta é a nossa companhia mais constante, pois sempre estaremos acompanhados por aquilo que pensamos. Daí a célebre máxima de Descartes: Penso, logo existo! Cogito ergo sun

 

Notícias sobre uma violência que gera apreensão e que muitas vezes nos faz pensar em nossa segurança ao sairmos de casa ou na segurança de nossos filhos, ou ainda, notícias sobre uma violência longe de nosso bairro, cidade ou mesmo país, mas que igualmente nos deixa consternados e insatisfeitos com o humano pós-moderno, que continua cometendo violência sexual, doméstica, de massas e gratuita, pois bem, são a estas notícias que me refiro quando escrevo este artigo.

Pois bem, informação é um meio, um veículo que pode trazer ou gerar mudanças a partir de impulsionar nosso comportamento ou, informação podem ser apenas dados sobre fatos, que podemos não relevar ou não levar em conta. Afinal, faz parte do show pós moderno caminhar apressadamente por entre os mendigos da rua até que alcancemos nosso carro. Faz parte do show pós-moderno a corrupção e a desigualdade econômica. Faz parte do show pós-moderno os anti-depressivos, anti dor de cabeça, ansiolíoticos e etc etc etc serem anunciados em jornais televisivos como sendo algo muito muito bom, fruto da evolução da medicina para as massas pós-modernas manterem seu bem-estar social de modo equilibrado socialmente.

A geração dos anos 60 queria mudanças, os jovens envelheceram e as mudanças foram esquecidas nos aons 60. A geração coca-cola quer poder, dinheiro, jovialidade, sexo fácil e beleza, muita beleza e virilidade.

O futuro chega cada vez mais rápido e rápidos vão os acontecimentos se renovando entre o esquecimento e a novidade. É isto aí.

Rosemar Prota

Hoje em uma aula de filosofia indiana que assisti o ponto máximo para mim foi o seguinte: não dá para mudar a nosso bel prazer o outro, as coisas, o mundo, isto porque o outro, as coisas e o mundo seguem seu caminho adiante, segundo suas origens e tudo o que podemos fazer, na verdade, é nos harmonizarmos com o outro, com as coisas e com o mundo nos desapegando de expectativas pois estas geram apenas confrontos e não paz.