Skip navigation

Category Archives: Política

Atualidades políticas do Brasil e do mundo. Notícias.

Reprodução
Desmond Tutu
07/10/1931, Klerksdorp, Transvaal.
Prêmio Nobel da Paz.

Luta contra o apartheid.

“Não somos amados por sermos bons. Somos bons porque somos amados. (Desmond Tutu)

Anúncios

adieu mon coeur (tradução)

edith piaf

Composição: Indisponível

Adeus meu coração

Adeus, meu coração
Jogam-te na tristeza
não terás meus olhos para morrer…
Adeus, meu coração
Os écos da felicidade
Tornam teus cantos tristes
Como um arrependimento

Outrora respiravas o sol de ouro
Caminhavas sobre tesouros
Éramos vagabundos
Amávamos as canções.
Isso acabou nas prisões

Adeus, meu coração
Jogam-te na tristeza
não terás meus olhos para morrer…
Adeus, meu coração
Os ecos da felicidade
Tornam teus cantos tristes
Como um arrependimento

Non, rien de rien                                       Não, de forma alguma
Non, je ne regrette  rien                            Não, eu não me arrependo de nada
Ni le bien quõn m’a fait                             Nem o bem que fizeram,
Ni le mal, tout ça m’est bien égal              Nem o mal, tudo é  igual

 

 

 

 

 

 

Avec mes souvenirs                                 Com minhas lembranças
J’ai allumé le feu                                       Eu alimentei o fogo
Mes chagrins, mes plaisirs                       Minhas aflições, meus prazeres
Je n’ai plus besoin d’eux                           Eu não preciso mais deles

 

Balayés mes amours                                Varri tudo, meus amores
Avec leurs trémolos                                  Junto com seus aborrecimentos
Balayers pour toujours                              Varri para sempre                          

 

  

 

Je repars a zero                                         Eu recomeço do zero
Non, rien de rien                                       Não, de forma alguma
Non, je ne regrette  rien                            Não, eu não me arrependo de nada
Ni le bien quõn m’a fait                             Nem o bem que fizeram,
Ni le mal, tout ça m’est bien égal              Nem o mal, tudo é  igual

  

Non, rien de rien                                       Não, de jeito nenhum
Non, je ne regrette rien                             Não, eu não me arrependo de nada
Car ma vie, car me joies                           Pois minha vida, minha felicidade

Pour aujourd’hui ça commence avec toi   No dia de hoje começam com você

Quanto mais eu vivo mais me surpreendo com o grau de crueldade e animosidade do ser humano. Este filme retrata uma passagem surpreendente da história da humanidade, e novamente de novo a igreja católica está retratada aqui por sua trajetória desviante, no mínimo isso.

A vida como uma sucessão de tentativas de conquistarmos aquilo que queremos.

A cada década, ano, mês, semana, dia, hora, minuto. A cada instante meu corpo e alma desejam, e o desejo move minhas atitudes em seu sentido. Posso desejar não desejar, desejar sentar-me em estado meditativo por três horas silenciosas sentindo minha respiração e nada mais, e posso realizar este desejo, ou não.

Desejamos estar vivos, ou mortos, uns lutam ardorosamente pela vida apesar de todas as chances contra, em situações de guerra ou doença fatal, outros, lutam pela morte através de sucessivas tentativas de suicídio. O desejo da vida ou da morte mobiliza a potência humana.

Mas desejo é necessidade? Ou necessidade é algo maior, algo filogenético? O louco que diz amar mais ao outro do que a si mesmo e que em nome deste amor assassina e extermina o objeto de seu amor tem necessidade de quê?  Que louca cultura produz em seu bojo esta socialização egoística e egóica?

Tentativas mau sucedidas de realização do que planejamos são tentativas mau sucedidas, e se seguirão por outras, mau ou bem sucedidas por sua vez, mas existe algo dentro de cada um, como aquela tocha acesa nas olimpíadas, que permanece (ou deveria) acesa em chuva ou vento, não importa.

Eu e outro (coisa ou ser) – há uma diferença entre o eu e o outro e acho que é por aí que encontramos a constância. O outro pode estar ou não, mas o eu sempre está presente em nós.

Lidar com frustrações pode nos fazer contorcermos como crianças mimadas esperando o poder dos pais em mudar a realidade sempre a nosso bel prazer ou podemos deixar passar as situações de revés como passa um rio.

No Brasil da violência há coisas que podem nos acontecer e nunca mais nos deixarão ser iguais em serenidade, a perda de um ente querido por sequetro, assassinato, violência, …, o homem é o predador natural do homem, o homem é o único animal que tortura por prazer, e então o mundo em que vivemos não deixa de ser perigoso, não andar em certos lugares, não sair de casa em certos horários, rezar constantemente para que os filhos voltem para casa em segurança, esta é a nossa realidade.

Mudar este quadro é possível? quando o desejo de um não estiver acima da vida do outro, quando a corrupção cessar em prol da vida, talvez possamos viver mais e melhor.

Está fazendo sucesso o filme Ensaio sobre a Cegueira. Eu não vi o filme, não li o livro mas conheço a história. Às vezes sinto que nós estamos vivendo um pouco (ou muito) como aquela comunidade de homens-bestas-feras, em que a invisibilidade do ser permite a todos o inaceitável. Antes de ontem vi no Jornal da TV: promotor defende acusado de matar inocente enquanto fazia segurança de filho de promotora. Para esclarecer: promotor é acusação mas neste caso se juntou ao defensor e defendeu o acusado. quem defendeu a vítima? Oras, ela já havia sido assassinada mesmo, expulsaram a mãe no tribunal quando ela em desespero daquelas que a gente sente quando sofre injustiça, levantou a voz para não deixar sujarem a honra de seu filho que morreu na danceteria quando saiu para se divertir com os amigos, por infortúnio, havia um filho de promotora ali com uma escolta pronta para matar qualquer um. Ainda existe democracia ou eu serei processada por este post como nos anos 60 em que as pessoas eram caladas a força e a ferro?

http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/10/08/caso_daniel_duque_justica_mambembe-548615514.asp

http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=345459

Quando os nossos dias se tornarem obscurecidos por nuvens negras e baixas, quando as nossas noites forem mais negras do que mil noites. Lembremo-nos, que no universo a um grande e benigno poder , que e capaz de abrir caminho onde não há caminho, e de transformar o ontem sombrio num luminoso amanhã

Como eu adoro trabalhar em consultoria e treinamento de empresários, recebendo o convite de escrever para este blog (que eu adoro!) resolvi criar a Dinâmica da Valise.


 
Veja bem, é simples: trata-se de uma dinâmica para lembrarmos daquilo que realmente importa na nossa vida, daquilo que nos faz bem no nosso dia-a-dia.
 
E aí? O que você colocaria na sua valise? Se você pudesse guardar na sua valise todas as coisas boas e significativas do dia, o que você guardaria? Você pode fazê-lo, é só começar.
 
Eu, por exemplo, hoje guardaria na minha valise logo de cara o sonho que tive à noite. Foi um sonho ótimo no qual desfrutei da companhia de pessoas muito queridas (o mais maluco é quando acordei dei-me conta de que havia sonhado e que nenhuma daquelas pessoas eu conhecia na vida real) oras, mas foi bom mesmo assim!
 
O dia começou e começaram a acontecer as coisas importantes, boas, marcantes: uma troca de olhares tão casual quanto marcante, a gentileza das pessoas na rua quando me dão informações, um moço explicando orgulhoso que ele mesmo faz as cocadas que vende para mim (e que eu adoro!), a troca de saberes com os alunos, o respeito, o auto-respeito, o convite para escrever este texto, a troca blogueira (quer coisa melhor que isto?).
 
Então é isso mesmo, podemos guardar as coisas boas que nos acontecem na nossa valise. Não aceitar lixo externo ou interno, ver, enxergar o que vale a pena. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, isto porque quando a alma não é pequena, tudo o quanto vemos é grande, coisas pequenas não nos prendem.

 

Notícias sobre uma violência que gera apreensão e que muitas vezes nos faz pensar em nossa segurança ao sairmos de casa ou na segurança de nossos filhos, ou ainda, notícias sobre uma violência longe de nosso bairro, cidade ou mesmo país, mas que igualmente nos deixa consternados e insatisfeitos com o humano pós-moderno, que continua cometendo violência sexual, doméstica, de massas e gratuita, pois bem, são a estas notícias que me refiro quando escrevo este artigo.

Pois bem, informação é um meio, um veículo que pode trazer ou gerar mudanças a partir de impulsionar nosso comportamento ou, informação podem ser apenas dados sobre fatos, que podemos não relevar ou não levar em conta. Afinal, faz parte do show pós moderno caminhar apressadamente por entre os mendigos da rua até que alcancemos nosso carro. Faz parte do show pós-moderno a corrupção e a desigualdade econômica. Faz parte do show pós-moderno os anti-depressivos, anti dor de cabeça, ansiolíoticos e etc etc etc serem anunciados em jornais televisivos como sendo algo muito muito bom, fruto da evolução da medicina para as massas pós-modernas manterem seu bem-estar social de modo equilibrado socialmente.

A geração dos anos 60 queria mudanças, os jovens envelheceram e as mudanças foram esquecidas nos aons 60. A geração coca-cola quer poder, dinheiro, jovialidade, sexo fácil e beleza, muita beleza e virilidade.

O futuro chega cada vez mais rápido e rápidos vão os acontecimentos se renovando entre o esquecimento e a novidade. É isto aí.

Rosemar Prota