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Como não sentir saudade de um passado que nunca existiu? Lançar-se corpo e alma no breve túnel que trás o tempo que não veio. Dançar com os lobos num frenesi ritualístico de homem-sonho.

Não! Digo aos deuses que riem de minha mortalidade. Sim! Digo rindo-me de minha própria loucura.

Que eu possa me projetar além das mazelas – eu – gaivota – não Fernão – não nada.

E se o pequeno príncipe viesse proteger-me de mim e da vida.

Só se tem coragem para a morte quando o medo da vida é maior.

Finitude eterna.

Todo luto torna anjo aquele que um dia foi homem. Perfeição nascida de repente da humanidade.

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