Notícias sobre uma violência que gera apreensão e que muitas vezes nos faz pensar em nossa segurança ao sairmos de casa ou na segurança de nossos filhos, ou ainda, notícias sobre uma violência longe de nosso bairro, cidade ou mesmo país, mas que igualmente nos deixa consternados e insatisfeitos com o humano pós-moderno, que continua cometendo violência sexual, doméstica, de massas e gratuita, pois bem, são a estas notícias que me refiro quando escrevo este artigo.
Pois bem, informação é um meio, um veículo que pode trazer ou gerar mudanças a partir de impulsionar nosso comportamento ou, informação podem ser apenas dados sobre fatos, que podemos não relevar ou não levar em conta. Afinal, faz parte do show pós moderno caminhar apressadamente por entre os mendigos da rua até que alcancemos nosso carro. Faz parte do show pós-moderno a corrupção e a desigualdade econômica. Faz parte do show pós-moderno os anti-depressivos, anti dor de cabeça, ansiolíoticos e etc etc etc serem anunciados em jornais televisivos como sendo algo muito muito bom, fruto da evolução da medicina para as massas pós-modernas manterem seu bem-estar social de modo equilibrado socialmente.
A geração dos anos 60 queria mudanças, os jovens envelheceram e as mudanças foram esquecidas nos aons 60. A geração coca-cola quer poder, dinheiro, jovialidade, sexo fácil e beleza, muita beleza e virilidade.
O futuro chega cada vez mais rápido e rápidos vão os acontecimentos se renovando entre o esquecimento e a novidade. É isto aí.
Rosemar Prota
Um Comentário
Oi, Rosemar! Seu bog está bastante desenvolvido!! Como sou da geração 60 permito-me um adendo: ‘a geração dos anos 60 queria mudanças não, fez mudanças’. Abrimos as portas dos hospitais psiquiátricos na Europa(Living Theatre), tomamos pílula anticoncepcional, casamos por amor (bom, isto é da geração 50 já) ajuntamos, desfilamos em escola de samba enfrentando preconceito, lutamos contra os acordos MEC Usaid. Linkando no seu texto, uma informação: nossa juventude era européia, dava valor ao que realmente importava. Mas o dinheiro chama dinheiro, então estamos imersos neste consumismo exacerbado, estilo USA, mas antigo… que lá estão copiando a gente, rsrs. Pelo menos em saúde.
Vc. falou de escrever um artigo científico comigo. Agradeço, e desejo paciência e concentração. Tô fora, academia adiós… É a vida que segue, a tocha está com você! Beijinhos e obrigada tb. por ir ao ‘cestadivida’.